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Os segredos gelados dos ursos-polares: 9 fatos que vão te deixar de queixo caído

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Os ursos-polares (Ursus maritimus) são verdadeiras máquinas da sobrevivência no Ártico — eles não apenas medem mais de 2,5 metros quando ficam de pé, mas suportam temperaturas abaixo de –40 °C sem perder o ritmo. Eles nadam por dias seguidos, atravessando centenas de quilômetros em busca de gelo ou presas, graças às patas dianteiras que funcionam como remos. Apesar da aparência branca, essa pelagem é translúcida: o pelo reflete a luz para camuflagem, enquanto a pele preta por baixo absorve cada raio de sol para se manter aquecida.

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Os filhotes nascem minúsculos, sem pelos, cegos e completamente dependentes da mãe, que se recolhe em tocas de neve durante o inverno para cuidar deles por cerca de três meses onde não se alimenta, vivendo das reservas de gordura. Um dos truques mais impressionantes desses ursos é o olfato: conseguem farejar focas a até 1,5 km de distância ou até por camadas de gelo. Além disso, têm uma espessa camada de gordura sob a pele — pode chegar a 11 centímetros — que os protege do frio e serve como reserva energética nos períodos mais árduos.

Eles habitam somente o Ártico, em países como Canadá, Rússia, Estados Unidos (Alasca), Noruega e Groenlândia, e dependem do gelo marinho para sua principal fonte de alimento — as focas. Só as fêmeas grávidas “hibernam” parcialmente: recolhem-se nas tocas, reduzem o metabolismo, mas não ficam totalmente dormentes como outros ursos. Todos os adultos seguem ativos o ano todo, enfrentando ventos, águas congelantes e ginásios naturais feitos de gelo.

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Hoje, a espécie está marcada como vulnerável pela IUCN. O derretimento do gelo marinho — cada vez mais rápido — tem destruído áreas de caça e forçado os ursos a nadar distâncias enormes, o que prejudica sua saúde, reprodução e capacidade de sobreviver. Tempos duros se avizinham, mas a esperança existe: um exemplo disso é Nur, a ursa-polar nascida em novembro de 2024 no Aquário de São Paulo — primeiro nascimento desse tipo na América Latina — que carrega no nome (que significa “luz” em árabe) o símbolo de um novo começo para a conservação da espécie.

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