
MC Ryan SP e Giovanna Roque antes da prisão da PF (Foto: Instagram)
Antes de ser detido em operação da Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, MC Ryan SP já havia protagonizado um episódio controverso envolvendo agressão à mãe de sua filha. A repercussão dessa ocorrência voltou à tona na última quarta-feira (15), quando o cantor foi alvo das investigações da PF por movimentação financeira ilícita em diferentes estados do país.
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O incidente original aconteceu em 21 de abril de 2024, poucos dias depois de Ryan e Giovanna Roque, mãe de sua filha, anunciarem o fim do relacionamento. Câmeras de segurança teriam flagrado o funkeiro agredindo Giovanna durante um desentendimento em São Paulo, gerando boletim de ocorrência e enorme repercussão nas redes sociais.
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Na sequência, Giovanna publicou nas redes que “não existe mudança para lixo” e classificou Ryan como manipulador, narcisista e tóxico. O casal tem uma filha, Zoe, que na época da confusão tinha cerca de um ano e meio. A influenciadora aproveitou a visibilidade da situação para falar sobre respeito e o processo de se fortalecer após episódios de violência doméstica.
Apesar do quadro, Ryan e Giovanna reataram o relacionamento em outubro de 2025. O cantor organizou uma surpresa romântica em Paris para reconquistar a influenciadora, e ambos registraram o reencontro em publicações na web. Eles compartilharam reflexões sobre aprendizados e recomeços, ressaltando os desafios de manter uma relação sob os holofotes.
A nova prisão de MC Ryan SP ocorreu no litoral norte de São Paulo, enquanto MC Poze do Rodo foi detido em sua residência no Recreio, no Rio de Janeiro. A PF investiga uma associação criminosa responsável por movimentar valores ilícitos dentro e fora do Brasil, inclusive utilizando criptoativos para disfarçar transações.
Segundo o inquérito, o grupo mantinha um sistema organizado para ocultar e dissimular grandes quantias de dinheiro, envolvendo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transferências via criptomoedas. O volume total de recursos movimentados ultrapassa a marca de R$ 1,6 bilhão.
Cerca de 200 policiais federais cumpriram 90 mandados judiciais entre buscas, apreensões e prisões temporárias em endereços de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal. Durante a ação, foram apreendidos veículos de luxo, grandes quantias em espécie, documentos e dispositivos eletrônicos para aprofundar o trabalho investigativo.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Até o momento, a Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada investigado, e o caso segue em fase de coleta de provas e depoimentos.

