O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi citado, de maneira formal, em um processo administrativo disciplinar aberto pela Polícia Federal (PF) para apurar abandono de cargo.
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A notificação em questão, publicada nesta segunda-feira (16), no Diário Oficial da União, estabelece prazo de 15 dias para que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresente defesa.
Segundo o edital, a citação ocorreu porque o ex-parlamentar estaria em “lugar incerto e não sabido”. O procedimento administrativo investiga a ausência prolongada de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da corporação, função que ocupa desde 2010.
De acordo com a PF, o processo foi instaurado em 27 de janeiro com o objetivo de apurar faltas injustificadas ao serviço após o fim de seu mandato parlamentar. Com a perda do cargo na Câmara dos Deputados, em dezembro de 2025, ele foi formalmente convocado a retomar suas atividades na delegacia da PF em Angra dos Reis (RJ). O retorno, no entanto, não ocorreu.
A investigação administrativa analisa se o ex-deputado se ausentou deliberadamente do trabalho por mais de 30 dias consecutivos sem apresentar justificativa, situação que pode caracterizar abandono de cargo e resultar na demissão do servidor público.
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