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Defesa de Gato Preto se manifesta após denúncia por tentativa de homicídio

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Defesa de Gato Preto pede cautela e reitera presunção de inocência (Foto: Instagram)

A equipe de defesa do influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, emitiu um comunicado na noite de 13 de abril de 2026, após o Ministério Público de São Paulo apresentar denúncia por duas tentativas de homicídio, além de ameaça e infrações de trânsito. Os advogados ressaltam que o caso, relativo a um grave acidente em agosto de 2025 na Avenida Brigadeiro Faria Lima, não pode sofrer julgamentos precipitados antes da conclusão das investigações.

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Em nota, a defesa expressa solidariedade às vítimas — um pai e seu filho — e reforça o princípio da presunção de inocência. Os advogados pedem cautela diante da repercussão midiática, lembrando que a exposição pública não pode influenciar o curso regular do processo. Eles destacam que cabe exclusivamente ao Poder Judiciário conduzir o caso de forma imparcial e sem interferências externas, garantindo a observância estrita do devido processo legal.

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Ainda segundo a defesa, todas as circunstâncias devem ser esclarecidas tecnicamente nos autos, sem considerações ou debates em redes sociais e veículos de comunicação. Eles afirmam confiar na capacidade e na seriedade do Judiciário para analisar os laudos e as provas, concluindo o inquérito com serenidade. Ao final, renovam o apelo por uma apuração completa, equilibrada e estritamente baseada na legislação vigente.

Conforme a denúncia do MPSP, o influenciador dirigia sob efeito de álcool e drogas quando avançou o sinal vermelho em um cruzamento da zona oeste paulistana e colidiu violentamente contra o outro veículo. As imagens de câmeras de segurança registraram o impacto, que fraturou a mandíbula de uma das vítimas e causou diversas lesões. Apesar da gravidade, não houve óbito, fato atribuído pelo MP a circunstâncias alheias à vontade do acusado.

O Ministério Público sustenta que Gato Preto agiu com dolo eventual ao assumir o risco de provocar mortes ao ultrapassar em alta velocidade e se recusar a prestar socorro. Além disso, a denúncia aponta que ele teria ameaçado uma das vítimas e fugido com auxílio de terceiros, agravando a situação. Esses elementos fundamentam as acusações de tentativa de homicídio doloso e de omissão de socorro.

O episódio também envolve a influenciadora Bia Miranda, que ocupava o banco do carona. Para ela, o MPSP propôs transação penal de R$ 150 mil, valor a ser revertido às vítimas e a instituições beneficentes. Um segurança que acompanhava o casal foi indiciado por ajudar na fuga e alterar a cena, com oferta de acordo de não persecução penal, incluindo indenização e medidas alternativas. Agora, o caso segue para julgamento, aguardando as próximas decisões da Justiça.

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